Um sopro

Eis que vivemos e lutamos todos os dias por realizar nossos desejos, sonhos e vontades. Nossa vida, em geral está pautada em uma eterna busca pela perfeição, por um complemento que preencha o vazio que insiste em invadir e tomar nossos corações. Fazemos tudo isto e permanecemos com uma certeza: a de que tudo acaba um dia.

Vejo como a vida é um sopro, que você toma fôlego para começar, mas depois que solta por entre os lábios, só resta esperar que os pulmões se esvaziem e acabe. Você pode forçar, insistir, mas nada faz o sopro durar mais do que seus pulmões podem suportar. Assim, constato, é a vida.

Na última semana, anterior à postagem desta mensagem, tive a experiência de ver minha vó paterna partir. Ela, que se foi apenas um ano após seu marido deixá-la, foi uma mulher que viveu muito, criou 14 filhos, ajudou o marido depois que sofreu com o glaucoma que lhe acometera, enfim, fez muita coisa. Mas chegou o dia em que partiu.

Nestas horas, o que passa pela minha cabeça é: “nunca mais vamos nos ver”. E minha vontade é dar um adeus. Mas a mente insiste em perguntar: como será depois que fechamos os olhos?

Tenho buscado garantir um lugar neste “depois-que-fechar-os-olhos”. Deus diz que podemos ir para um lugar perfeito onde não vamos mas sofrer, ou um lugar com muito pranto e ranger de dentes.

Para ir ao lugar perfeito, é só aceitar a Jesus Cristo como senhor e salvador e se batizar nas águas. Isto diz na Bíblia.

Mas muitos não creem nisto. Talvez porque nunca quiseram pensar no assunto com medo de perceber que vão para a pior opção.

O problema é: a vida é uma só. Não existe esta de reencarnação, é uma vida,  uma morte e uma chance.

Não desperdice a sua de decidir hoje como será o seu amanhã. Aceite agora mesmo Jesus na sua vida e deixe-o ensiná-lo a como garantir que depois vai ser melhor que agora. Resta você querer.

Anúncios

Apenas uma chance

Ele está lá, sentado em uma mesa de uma cafeteria saboreando seu capuccino pela manhã e esperando a hora certa de começar o dia. Ela, assiste o nascer do sol todos os dias, da janela de seu apartamento. Ambos estão sozinhos. Ambos não veem saida.

Ele se levanta da cadeira e caminha em direção à sua rua, acabou seu café e vai para casa. É sábado e a madrugada foi boa demais, curtiu até o último minuto, até que encontrou o que queria e terminou sua noite. Assim como acabou seu prazer pela vida.

Ela despertou assim que tentou dormir. Virou para a cabeceira, pegou a caixinha com uma tarja preta, era para dormir. Mas já não fazia efeito. Revirou na cama e dormiu um pouco. Acordou de novo, já era quatro da manhã, sentou em frente à janela e ficou pensando na vida. Até o sol raiar.

Ele passava embaixo da janela dela quando percebeu um barulho. Olhou para o alto. Uma linda mulher, com uma camisola esvoaçante se punha de pé no parapeito da sua sacada. Ela olhava na direção do nascer do sol, e parecia hipnotizada.

Ele gritou, mas ela não ouviu. Ou achou que não ouviu. Ele não sabia ao certo o que ela queria fazer, até que tentou chamar alguém na recepção do prédio. Foi quando ouviu um barulho assustador.

Ela pulara.

Ele, sem saber o que fazer, correu em direção do corpo daquela bela mulher, o andar não era tão alto, poderia haver uma saída…

Testou sua pulsação embora visse o sangue correndo pelo canto de sua boca. Quando mirou sua face, veio à sua mente toda aquela madrugada de prazer, e o desejo, o incrível desejo que vinha logo após… de fazer o mesmo que aquela garota fizera.

Pensou em quantas vezes não olhou para o horizonte e sentiu-se atraído pela ideia de acabar com seu vazio, sua falta de vontade de viver daquela forma. Ele se desesperou ao ver uma pessoa tão nova e bela, lançada ao chão como um objeto, seu sangue escorrendo pela boca e ouvidos, como se tivesse tudo acabado.

Viu as lágrimas que haviam deixado molhado o rosto daquela menina. Sentiu um aperto muito grande em saber que havia segurado na garganta, talvez as mesmas lágrimas que ela enquanto apreciava um capuccino…

Desesperou-se ao perceber que seu fim poderia ser o mesmo. Se ao menos tivesse uma chance… Se ela tivesse também uma chance…

Sentiu alguém segurar seu ombro.

-Ainda há uma chance.

Ele decidiu que os dois mereciam uma nova chance. Ouviu uma ambulância chegando, não percebeu ao certo quanto tempo ficou ali, mas alguém tomara as atitudes necessárias para que um milagre se tornasse possível.

Ajudou a pô-la na maca e entrou com ela na ambulância. “Se ela conseguir, eu também consigo”

Continua…

Relato de um chamado

Leia todo este e-mail. Depois, tire suas conclusões.


TESTEMUNHO ENVIADO POR E-MAIL

Bispo Macedo,

meu nome é Pedro Dante. Eu e minha esposa Antonia enviamos ao senhor este e-mail e desejamos ardentemente que ele chegue até ao senhor. Ele relata o meu encontro com Deus.

Bispo, sou formado em medicina e, outrora, totalmente descrente dessa fé. A mesma fé que minha esposa e minha nonna (avó; somos italianos bispo) sempre creram quando chegaram à IURD. Sempre dependi da força de meus braços, dos meus estudos, orgulhoso da medicina que através de mim salvava vidas. Minha esposa há 12 anos lutou por mim, pela minha salvação. Eu nunca aceitei ela me dizer nada a respeito de DEUS ou da IURD. Sempre fomos de condições financeiras ótimas, nunca dependi de ninguém. Minha esposa muito sabiamente sempre lutou pela minha salvação em silêncio, até porque ela sabia e conhecia o marido que tinha. Orgulhoso, que nunca aceitaria ela me falar de DEUS e da sua fé.

Até que em setembro de 2008 aconteceu, na minha vida, o inesperado. Como sou um médico conhecido e reconhecido, recebi um chamado de um amigo para ir até Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, acompanhar um caso de dengue hemorrágica. Neste caso, eu estaria indo ate lá para fazer uma autópsia. Só o corpo desfalecido para, então, ajudar a medicina a encontrar uma injeção contra todos os tipos de dengue.

Era uma jovem de 26 anos, mas bispo, quando eu cheguei, ela já havia sofrido com traumas como paradas respiratórias e estava em coma induzido. Minha junta médica iria controlar a febre e a hemorragia. Como médico, nunca havia visto uma dengue hemorrágica naquele estado, mesmo assim, havia algo diferente no semblante dela.

Essa jovem, uma guerreira de fé, bispo, e da mesma fé que minha esposa tem. Quando cheguei com minha equipe médica, avaliamos o caso e ela estava muito mal. Era para estar morta, devido a muitas paradas respiratórias. Durante a madrugada, quando ela saiu do coma, minha equipe me chamou.

Eu ainda não havia conversado com ela devido ao seu estado. Ela me disse: Doutor, eu não sei o que o Senhor Jesus vai fazer nessa noite, não sei o que Ele quer, mas sei que a vontade d’Ele vai ser feita na minha vida. E, mesmo se Ele quiser me levar hoje, o senhor não poderá fazer nada. Pode ficar fazendo massagens, dar choques, o que o senhor tiver de fazer, mas só volto se DEUS assim quiser porque minha vida está n’Ele!

Bispo Macedo, aquilo foi um absurdo para mim, porque eu, com todo o meu orgulho, nunca aceitaria uma menina me dizer aquilo. Ela foi realmente abusada. Ninguém antes havia falado comigo daquela forma em toda minha vida. O detalhe é que ela nunca tinha me visto antes. Eu disse à equipe que trabalha comigo: Quem é o profissional aqui? Quem estudou e se especializou na medicina humana durante anos, e agora vem essa jovem, uma menina me afrontar dessa maneira. Quem ela pensa que é? Enquanto eu estudava e salvava vidas, ela estava na igreja servindo a esse DEUS dela!

Bispo, eu sai do quarto dessa jovem que se chama Charlene. Eu sai dali aos berros, irado com tudo aquilo. Ela, mesmo naquela situação, crendo no que não via, porque ela estava aos frangalhos. Quando mais uma vez, o inesperado aconteceu. Naquela madrugada, bispo, essa jovem veio a falecer. Na mesma hora, recordei o que ela havia me dito poucos minutos antes. Rapidamente, comecei a fazer as massagens e usei o desfibrilador. Fiquei durante 40 minutos tentando reanimá-la. Já esgotado das minhas forças, minha equipe parou de me auxiliar e ficou me olhando. Quando o meu auxiliar-chefe e amigo segurou os meus braços e disse: Pedro, chega ela morreu; acabou!

Bispo, eu sai daquele lugar e fui chorar humilhado. Eu disse à minha equipe: “Eu nunca perdi ninguém nesses 35 anos de medicina, e vem essa jovem abusada e me envergonha diante de todos com essa fé nesse DEUS dela (sempre me lembrando da minha esposa que é da mesma fé e igreja da Charlene). Minha junta médica, de cabeça baixa, diante da minha ira e meu transtorno. Depois de alguns minutos, me controlei, recuperei o ar e fui à família dizer que a Charlene havia vindo a óbito.

Eu conversava com a família: Eu fiz tudo que eu pude tentando trazê-la à vida, mas a Charlene veio a óbito. QUANDO A ENFERMEIRA ENTRA CORRENDO E GRITANDO NA SALA: DOUTOR PEDRO, A PACIENTE NÃO MORREU. ELA VOLTOU!!!!!!!!!!!!! BISPO MACEDO, DEPOIS DE TENTAR E ESGOTAR A MINHAS FORÇAS E TODOS OS MEUS CONHECIMENTOS MÉDICOS, E COMUNICAR À FAMILIA O ÓBITO, ELA VOLTA DO NADA. EU JA TINHA DADO O HORÁRIO DE ÓBITO. ELA ESTAVA EM OUTRA SALA. TODOS COM OS PREPARATIVOS NECESSÁRIOS E EU COM A FAMÍLIA DELA. QUANDO ELA VOLTA….

A MINHA CABEÇA NÃO ENTENDEU NADA. REALMENTE, DE NADA ME SERVIRAM OS ANOS DE ESTUDOS, ESPECIALIZAÇÕES E FORMAÇÃO DIANTE DAQUILO. QUANDO ENTREI NA SALA, ELA ESTAVA SENTADA, ‘SORRINDO’. FUI EXAMINÁ-LA, PERPLEXO, SEM ENTENDER NADA, SEM AO MENOS CONSEGUIR OLHA-LA NOS OLHOS.

Sai dali e fui ligar para minha esposa que estava em Campinas (SP), onde morávamos. Ela estava acordada, preparando tudo, porque estávamos de mudança para Portugal. Eu disse para ela: Antonia me ajude, porque não sei o que aconteceu. Não estou entendendo nada.

Expliquei para ela tudo que tinha acontecido naquela madrugada. Antonia disse: Pedro, meu querido, eu sabia que isto um dia iria acontecer. DEUS iria quebrar a suas pernas para você conhecê-lo. Fica tranquilo que tudo vai ser esclarecido. DEUS fez tudo isso só por tua causa.

Chorei muito naquela madrugada. Não consegui dormir enquanto não amanheceu para então conversar com essa jovem.

Pela manhã, logo cedo, fui vê-la. Bispo Macedo, ela me falou de JESUS, de todo o sacrifício d’Ele por mim. Ela me falou que está nas mãos de DEUS e que, em tempo algum, teve medo, porque sabia em quem ela tem crido. E me convidou para ir à Catedral, no domingo, pela manhã, antes de retornar a São Paulo. Disse que eu não tinha mais tempo a perder para participar da reunião na Igreja Universal.

Então, disse a ela que minha esposa, Antonia, era dessa igreja havia 12 anos, e sempre quis me levar com ela. Sempre lutou por mim. Charlene disse: DEUS ouviu as orações da sua esposa, doutor. Os propósitos dela a teu favor. Nessa madrugada, O MEU DEUS teve de usar uma ‘morta’ pra salvar a sua alma, porque Ele havia usado muitos ‘vivos’ ,mas o senhor não dava ouvidos para DEUS.

Fui até a Catedral de Campo Grande (MS), onde o bispo disse: que DEUS age quando a medicina não pode mais agir. Que esse é o DEUS na Igreja Universal. Até pensei que a Charlene ou alguém havia dito para ele o que aconteceu, mas era DEUS falando para mim. Participei da reunião ainda perplexo com tudo aquilo. Sai dali com aquelas palavras e ainda tentando entender tudo que havia acontecido. Conversei com os pastores e esposas amigos da dona Charlene que acompanharam tudo de perto, pelo telefone e e-mails, porque eles moram em Porto Alegre (RS). São eles: Pr. Davyd Windsor e dona Jecy, Pr. Cristiano e Dona Paula, como dona Charlene diz, amigos mais próximos que irmãos na vida dela. O pr. Davyd, por e-mail, me disse : Dr. Pedro, desde o começo, o alvo não era a Charlene, porque ela já está salva! O alvo de DEUS era o senhor!

Bispo, voltei para São Paulo, encontrei minha esposa, a Antonia. No ato, ela me disse que eu não era o mesmo Pedro que ela havia visto da última vez! Mesmo com a viagem marcada para Portugal fomos até a IURD do Brás, onde pedimos aos pastores para conversarmos com o Bispo Romualdo, Bispo Jadson ou o pr. Edson, mas a pastora disse que o Bp. Romualdo estava viajando e que o Bp. Jadson e o pr. Edson não estavam atendendo. Mesmo assim, participei da reunião com a minha esposa.

O bp. Jadson chamou as pessoas que queriam entregar a vida para DEUS. Eu fui até a frente e me entreguei. Imediatamente, houve a PAZ, O GOZO. Havia saído TONELADAS das minhas costas. Agora entendo tudo o que DEUS fez por minha alma. O sacrifício do SEU FILHO, O MEU SENHOR JESUS. HOJE, EU O ASSUMO COMO MEU SENHOR. Entendo que o que aconteceu em Campo Grande foi para eu conhecer a DEUS. Tenho um encontro com DEUS! Hoje moramos em Portugal. Estou construindo o meu Hospital. Meus filhos também já eram da IURD junto com a minha Antonia. A minha nonna (in memorian), que lutou por mim, pode sentir em mim o perfume de JESUS. Ela também era da IURD. No terremoto que teve na Itália, em L’aquila, minha nonna foi ter com JESUS. Sou conformado porque ela está salva e, se o mesmo acontecer comigo, tenho certeza que estarei salvo.

Bom, Bispo Macedo, esse foi o meu encontro com DEUS. Tentei resumi-lo e não entrar em tantos detalhes… mas é isso, Deus me salvou, reconheço que só Ele tem domínio e Poder de tudo. E que tudo é possível àquele que crê. Até para a morte!

Dias depois de tudo que ocorreu naquele hospital, foi internada uma paciente com dengue hemorrágica. Ela faleceu. Só uma detalhe bispo: Essa outra paciente servia aos encostos e o semblante dela era pesado, triste. Faleceu com o rosto de agonia, totalmente diferente e oposto ao que eu havia visto dias antes, o Poder de DEUS.

Dona Charlene está totalmente recuperada, sem nenhuma sequela, para quem teve 13 paradas respiratórias, hemorragias internas, ficou 40 minutos sem batimentos cardíacos e respiratórios, entre comas e comas induzidos. Depois disso tudo, ressuscitar sorrindo é realmente um milagre do Poder do nosso DEUS! Ela me disse que não é contra a medicina, que é de DEUS, mas é limitada. E o nosso DEUS não tem limites! Antonia agradeçe a DEUS todos os dias pelo que aconteceu porque o antigo Pedro, orgulhoso, nunca reconheceria que isso é um milagre, se não acontecesse comigo.

Espero que esse e-mail chegue ao senhor Bispo. Me perdoe por tudo que disse do senhor e da sua fé antes. Já pedi perdão à Antonia porque eu a chamava de ‘Macedina’. Por favor bispo, minha sinceras desculpas, e meu grande agradecimento pelo senhor ter sido perseverante diante de tantas dificuldades que viveu ( Li o LIVRO ‘O BISPO’) para resgatar as almas e a minha alma.

*Detalhe bispo, antes eu era conhecido como ”DR. HOUSE” incrédulo! Hoje Dr. Pedro, um homem nascido de DEUS.

Em fé, Pedro Dante e Família

Fonte: Blog do Bispo Macedo