Continuando o post anterior

Como se eu tivesse uma resposta sobre o que questionei escrevendo no post anterior “Uma semana se passou…”, fiquei a pensar em uma palavra que ouvi (e li) na bíblia, na sexta-feira. Ela dizia assim:

Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;
18 Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

II Coríntios 4:18

Se você prestar atenção, olha o que diz:

não se atentar nas coisas que se veem, mas nas invisíveis porque são eternas.

Ou seja, tudo o que é “efêmero”, em referência ao post anterior, é o natural, o comum, o visível e palpável. Tudo o que é imortal e eterno é invisível aos olhos e aos sentidos físicos do corpo.

Só isso. Que Deus fale o resto com você.

Uma semana se passou…

As folhas caem e o tempo passa...
As folhas caem e o tempo passa...

Hoje é quinta e um daqueles dias em que parece não se ter muita coisa o que fazer. Depois de uma semana estressante onde cada dia era pouco para o tanto de coisas que tinha para por em ordem, o dia de hoje me pareceu vazio, sem nexo.

Acabei fazendo o que a maioria faz num destes dias: fiquei analisando a vida. Pensei no quanto os amigos são importantes nesta nossa breve trajetória num lugar chamado Terra, e como muitas vezes deixamos de cativar as verdadeiras amizades por causa de tarefas desnecessárias e fúteis que tomam boa parte do nosso tempo e desmotivam, às vezes, você de pegar um telefone e ligar só para dizer um “oi” àquela pessoa que em algum momento te ajudou ou apenas deu grandes gargalhadas com você.

Pensei no quanto as coisas são efêmeras (e aí entra aquela perguntinha do “Pequeno Príncipe”: que é algo efêmero?), passam e não duram para sempre. Hoje você está vivendo o auge da sua vida, amanhã aquilo que você faz já não é tão legal assim, ontem você estava triste e sofrendo muito, hoje está radiante porque a tempestade passou. Tudo é efêmero, tudo passa.

Pensei mais uma vez na vida: ela é efêmera. E como fazer com que esta sua característica tão peculiar e singela não se tranforme num medo de perdê-la por sua brevidade?

Não há como evitar o medo. Mas há como combatê-lo vivendo com a maior intensidade que for possível, sorrindo ao máximo nos dias felizes, curtindo muito os amigos enquanto os tiver por perto, chorando também o máximo possível quando seu coração precisar…

Enfim, viver sem ter a vergonha de ser feliz.

Mas aí você pergunta: como se estou sufocada e não consigo parar de pensar nos problemas?

Aí eu te digo: Alguém que me deu vida, me dá a razão de viver todos os dias, e Ele está disposto a te fazer ter esta razão também. Você quer?

Apenas feche os olhos e diga: Eu te aceito como meu Senhor, Jesus.

Ele, é o único que não é efêmero.